VPC
CALENDÁRIO SANITÁRIO
Programa Rebanho Blindado por Léo Pinto
Rebanho Blindado
PROPRIETÁRIO
Luiz Fernando Costa Barbosa
LOCALIZAÇÃO
Barreiras/BA
REBANHO
Fazenda Barreiro
CRIADO EM
29/04/2026
Programação reprodutiva
ATIVIDADESJANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
Estação de monta
CRONOGRAMA ANUAL DE VACINAÇÃO
VACINASJANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
Pasteurelose — Cordeiros
1ª dose: 30–60 dias de vida. Reforço: 30 dias após a 1ª dose.

As doses reforço das vacinas devem ser administradas entre 21 e 30 dias após a 1ª dose;

A vacinação contra LINFADEITE CASEOSA não deve ser realizada em animais que já possuam a enfermidade, vacinar apenas os animais que tenham sido imunizados quando cordeiros;

A vacina contra leptospirose tem sua indicação de uso em todos os animais destinados à reprodução, entretanto, animais destinados ao abate, se mantidos junto ao rebanho, também devem ser vacinados;

ATENÇÃO: A dose reforço é obrigatória para todos os animais PRIMOVACINADOS (1ª vez). A partir do segundo ano, se já receberam a mesma vacina no ano anterior, não é necessário reforço em adultos;

OBS: Se mudar a marca da vacina, é obrigatório fazer dose reforço.

CRONOGRAMA DE VERMIFUGAÇÃO DO REBANHO
MANEJOSJANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
Ovelhas prenhes
TERÇO FINAL DA GESTAÇÃO VERMIFUGAÇÃO + REFORÇO (USAR DROGA COMPATÍVEL)

ATENÇÃO ao vermifugar ovelhas com prenhez positiva: usar droga compatível com a categoria.

A dose reforço do vermífugo deve ser administrado entre 17 e 21 dias após a 1ª dose.

Drogas mais seguras para serem utilizadas na gestação: Moxidectina 1%, Doramectina 1%, Fosfato de Levamizol - utilizar dose recomendada em bula do produto

ATENÇÃO: Recomendo não vermifugar fêmeas em final de gestação

⚠️ ATENÇÃO: Este calendário sanitário foi elaborado de forma personalizada, considerando as características específicas deste rebanho, sistema de criação e condições regionais.

Este material é de uso exclusivo do contratante, sendo vedada sua reprodução, compartilhamento ou utilização em outras propriedades sem a devida adequação técnica.

O uso indevido em realidades distintas pode comprometer a eficácia das estratégias de controle sanitário, resultando em prejuízos produtivos e sanitários.

Para garantir resultados seguros, cada rebanho deve ser avaliado individualmente.

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